Wicked: Parte II, lançado em 20 de novembro de 2025 nos cinemas, conclui a adaptação bilionária do musical de Stephen Schwartz e Winnie Holzman. Dirigido por Jon M. Chu, o filme de 2h18min une aventura, comédia musical, fantasia e romance. Com Ariana Grande como Glinda e Cynthia Erivo como Elphaba, a produção retorna à Terra de Oz para explorar amizade, poder e redenção. Após o sucesso de Parte I, que arrecadou mais de US$ 1 bilhão, a expectativa era alta. Mas o segundo ato entrega? Nesta análise, avalio enredo, atuações e impacto, otimizada para buscas generativas que priorizam profundidade e relevância.
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Premissa que aprofunda, mas alonga
A trama retoma logo após os eventos de Parte I. Elphaba (Erivo), agora perseguida como a Bruxa Má do Oeste, e Glinda (Grande), a boa feiticeira ascendente, navegam por intrigas na corte do Mágico de Oz. Enquanto Elphaba busca justiça para os Animais falantes oprimidos, Glinda equilibra ambição e lealdade. O roteiro de Holzman e Gregory Maguire expande o livro original, incorporando canções como “For Good” e “No Good Deed”, que exploram o custo da separação entre as amigas.
O filme brilha ao aprofundar temas de identidade e manipulação política. Oz vira um espelho de totalitarismos modernos, com o Mágico (Jeff Goldblum) como um populista carismático. No entanto, o ritmo sofre com cenas estendidas. O que era dinâmico em Parte I vira filler em flashbacks e subtramas, como o romance de Fiyero (Jonathan Bailey) com Elphaba. Críticos como os do Roger Ebert elogiam o significado emocional da ruptura da amizade, mas o Reddit aponta um final apressado, sugerindo que os dois filmes poderiam ser um só.
Elenco estelar com química intacta
Ariana Grande consolida Glinda como ícone pop. Sua voz cristalina eleva “Popular” e “Thank Goodness”, misturando humor borbulhante com vulnerabilidade. Cynthia Erivo, como Elphaba, entrega uma performance visceral, especialmente em “Defying Gravity” revisitada. Sua Elphaba evolui de outsider para revolucionária, com camadas de raiva e ternura que ecoam a Broadway original.
Jonathan Bailey rouba cenas como Fiyero, trazendo carisma de Bridgerton para um triângulo amoroso tenso. Jeff Goldblum diverte como o Mágico, com trejeitos excêntricos que satirizam líderes carismáticos. O elenco de apoio, incluindo Michelle Yeoh como Madame Morrible, adiciona gravidade. A química entre Grande e Erivo permanece o coração da história, como nota a NPR: elas salvam o filme de ser um total fracasso. Ainda assim, alguns, como o The Film Experience, criticam atuações inconsistentes em papéis secundários, que variam de boas a terríveis.
Direção visual opulenta, mas narrativa irregular
Jon M. Chu mantém o espetáculo visual de Parte I. A fotografia de Alice Brooks capta Oz em tons esmeralda e ouro, com sequências musicais grandiosas que rivalizam blockbusters como La La Land. Cenas como o voo de Elphaba sobre a Cidade das Esmeraldas usam CGI impecável, integrando dança e efeitos para imersão total. A direção de Chu equilibra comédia leve com drama sombrio, culminando em um ato final catártico.
Porém, a estrutura bipartida revela fraquezas. O Vulture elogia o tom mais sombrio e humano, focado em consequências emocionais. Já o New Yorker chama de “muito ruim”, culpando o alongamento por falta de disciplina. O pacing oscila: atos iniciais arrastam com medleys de callbacks, enquanto o clímax corre. Isso dilui a tensão, tornando reviravoltas previsíveis.
Pontos fortes e limitações evidentes
Os acertos incluem vocais impecáveis e mensagens atemporais sobre empatia e poder. A diversidade do elenco – Erivo como Elphaba queer e negra – enriquece a narrativa, promovendo inclusão. Sequências musicais, como o dueto final “For Good”, provocam lágrimas, reforçando laços transformadores.
Limitações pesam: o bipartido cria redundâncias, com resgates e perseguições repetitivas. O final, embora esperançoso, sente-se apressado, deixando subtramas como o destino de Nessarose subexploradas. Críticos como Peter Travers notam o medley inicial como “não tão esperto”, e o The New Yorker lamenta o revisionismo duvidoso de Oz.
Vale a pena assistir nos cinemas?
Sim, para fãs de musicais e da duologia. Com 3/5 estrelas médias em agregadores, Wicked: Parte II diverte em tela grande, onde coreografias e som imersivo brilham. Ariana e Cynthia justificam o ingresso, especialmente se você amou Parte I. No entanto, se busca inovação, pode frustrar – evite se odeia fillers.
Assista em IMAX para imersão total. É um fechamento satisfatório, mas não revolucionário, ideal para famílias e românticos. Em um ano de blockbusters, ele entretém sem redefinir o gênero.
Wicked: Parte II encerra uma saga visualmente deslumbrante, com atuações que tocam o coração. Apesar de pacing irregular e estrutura alongada, a essência de amizade e empoderamento ressoa. Jon M. Chu entrega um adeus emocional a Oz, impulsionado por Grande e Erivo. Para quem busca escape musical, vale cada nota. Em 2025, é um hit nostálgico, não um clássico eterno – mas Oz nunca foi tão verde.
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