Apenas dois dias após a estreia de Wicked: Parte 2 nos cinemas brasileiros (20 de novembro), o diretor Jon M. Chu reacende o sonho dos fãs: uma terceira parte da franquia. Em entrevista à Variety, o cineasta revela “várias ideias” para expandir o universo das bruxas, inspiradas até pela filha de 8 anos. Sem anúncio oficial, o futuro de Wicked 3 depende do boca a boca pós-Parte 2 e da curiosidade por Fiyero (Jonathan Bailey). Com Cynthia Erivo como Elphaba e Ariana Grande como Glinda, a saga adapta o icônico musical da Broadway de Stephen Schwartz e Winnie Holzman. Este artigo destrincha as pistas.
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O Legado de Wicked
Wicked, baseado no romance de Gregory Maguire (The Life and Times of the Wicked Witch of the West), estreou na Broadway em 2003 como préquel de O Mágico de Oz. Sucesso global: 7.500 apresentações, US$ 5 bilhões em ingressos. O filme bipartido, dirigido por Chu (Em Um Bairro de Nova York), captura a amizade improvável entre Elphaba (a futura Bruxa Má do Oeste) e Glinda (a Bruxa Boa). Parte 1 (2024) faturou US$ 635 milhões, recorde para musicais pós-pandemia.
Parte 2, lançada em 20 de novembro de 2025 nos EUA e Brasil, adapta o segundo ato: desafios políticos, rupturas emocionais e o triângulo com Fiyero. Erivo e Grande, após indicações ao Oscar por atuações vocais, elevam o drama. Chu, em Variety (18 de novembro de 2025), elogia: “O público quer mais Oz – e eu tenho ideias”. Bilheteria inicial: US$ 100 milhões em três dias (projeção Box Office Mojo). Para Wicked 3, o sucesso da duologia é porta de entrada.
Wicked 3 vai acontecer?
Dias antes da estreia de Parte 2, Chu, 45, abriu o jogo à Variety: “Tenho várias ideias para uma continuação”. Algumas vêm da filha de 8 anos, fã voraz da produção. “Ela acompanha tudo e sugere caminhos criativos”, diz ele. Foco? Expandir o universo: prelúdio sobre Oz, spin-off de Fiyero ou novas perspectivas sobre bruxas. Nada oficial – “ainda não decidido” –, mas Chu monitora o entusiasmo pós-Parte 2.
O diretor, que transformou Crazy Rich Asians em fenômeno, vê potencial infinito em Maguire. “Oz é vasto – Fiyero merece backstory”, afirma. Bailey, 37, como o príncipe rebelde, impulsiona: fãs clamam por seu passado em redes como TikTok (#FiyeroFlashback, 500k views em novembro de 2025). Chu: “Se o público pedir, exploramos”. Universal Pictures, estúdio por trás, observa métricas: Parte 1 gerou US$ 1 bilhão em mercadorias. Em 2025, com Wicked como top IP familiar, S3 é viável.
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