Lançado em 20 de novembro de 2025, Wicked: Parte II chega aos cinemas como o aguardado fechamento da adaptação bilionária do musical da Broadway. Dirigido por Jon M. Chu e roteirizado por Winnie Holzman e Gregory Maguire, o filme reúne Ariana Grande como Glinda e Cynthia Erivo como Elphaba em uma jornada épica de amizade, poder e redenção. Após o sucesso de Wicked: Parte I em 2024, que faturou mais de US$ 1 bilhão, esta sequência aprofunda temas de identidade e bondade, culminando em um final que reescreve o destino da Bruxa Má do Oeste. Disponível nos cinemas, o filme já quebra recordes de bilheteria em seu fim de semana de estreia. Neste artigo, dissecamos o desfecho, revelando twists, comparações com a fonte e o que isso significa para Oz. Atenção: spoilers completos à frente!
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Resumo de Wicked: Parte II
A segunda parte retoma a saga de Elphaba e Glinda na Cidade das Esmeraldas, onde o regime opressivo do Mágico (interpretado por Jeff Goldblum) ameaça animais falantes e dissidentes. Elphaba, agora caçada como vilã, alia-se a Fiyero para expor conspirações, enquanto Glinda navega sua ascensão como conselheira real. Com mais canções originais – incluindo “No Place Like Home”, uma balada inédita de Elphaba –, o filme equilibra números musicais grandiosos com dilemas morais.
A trama acelera rumo ao confronto com Dorothy Gale, reinterpretando eventos clássicos de O Mágico de Oz. Nessarose, a irmã de Elphaba, morre em um acidente manipulado, e Madame Morrible (Michelle Yeoh) revela alianças sombrias. O foco permanece na amizade das protagonistas, testada por ambições e lealdades divididas, culminando em um clímax que une magia, traição e sacrifício.
Por Que e Como Elphaba Finge Sua Morte?
O twist central redefine o legado de Elphaba: ela não derrete com água, como Oz acredita. Inspirado na crença popular de que líquidos a dissolvem, Elphaba prepara um balde falso antes da chegada de Dorothy a Kiamo Ko. Quando a garota de Kansas joga a água, a bruxa verde simula o derretimento e escorrega por uma passagem secreta no piso do castelo – dica anterior de Fiyero. Essa farsa permite sua “morte”, limpando o caminho para mudanças em Oz sem sua presença controversa.
A decisão surge da resignação de Elphaba. Apesar de seu poder imenso, ela é vista como monstro pelos ozians, incapaz de unir o povo. Conselhos de animais como Dulcibear reforçam: sua existência perpetua o medo. Assim, ela prioriza Glinda, cuja popularidade facilita reformas. Essa escolha ecoa temas de autoaceitação, transformando Elphaba de rebelde isolada em arquiteta invisível de justiça. Revela-se viva apenas para Fiyero, transformado em Espantalho por feitiço de vingança, que chega via mensageiro alado Chistery. Juntos, eles orquestram a ilusão, marcando um adeus doloroso, mas libertador.
Por Que o Grimmerie se Abre para Glinda?
Um momento mágico fecha o arco de Glinda: o lendário Grimmerie, livro de feitiços de Elphaba, folheia sozinho em suas mãos, parando em um encantamento. Incapaz de magia inata, Glinda sempre invejou esse dom. Três explicações emergem. Primeiro, o livro detecta sua evolução: de egoísta ambiciosa a defensora genuína, abrindo-se como recompensa. Os filmes mostram o Grimmerie reagindo a desejos internos, sugerindo que Glinda agora acessa poderes latentes.
Segunda possibilidade envolve Elphaba. De longe, ela poderia ativá-lo remotamente, sinalizando vida a sua amiga – um gesto de afeto contra suas palavras finais de segredo total. Terceiro, simboliza herança: Elphaba, filha bastarda do Mágico, passa o legado para Glinda, fortalecendo sua aliança. Essa cena, filmada com páginas virando em slow-motion sob luz esmeralda, evoca mistério e empoderamento, alinhando-se ao tema de “bondade aprendida”.
Para Onde Elphaba e Fiyero Vão?
O epílogo mostra Elphaba e Fiyero – agora revertido do feitiço do Espantalho – atravessando um deserto árido e ventoso. Chamado de “lugar além de Oz”, esse destino permanece vago, sem nome oficial. Conversas prévias com animais exilados sob a Estrada de Tijolos Amarelos sugerem uma terra inexplorada, além das fronteiras mágicas. Nem o musical nem os livros de Maguire detalham; o palco original os deixa em local indefinido, priorizando simbolismo sobre geografia.
Essa jornada representa renascimento. Livre de Oz, o casal busca um “lar” autêntico, longe de julgamentos. A cena final, com eles de mãos dadas contra o horizonte poeirento, contrasta o esplendor de Esmeralda com simplicidade crua, reforçando “No Place Like Home” como hino de pertencimento escolhido.
Como Glinda Reformula Oz?
Com Elphaba “morta”, Glinda assume o vácuo de poder. Ela exila o Mágico após revelar sua paternidade sobre Elphaba, chocando a corte. Madame Morrible vai para a prisão por crimes como o assassinato de Nessarose e manipulações climáticas. Glinda, fiel ao apelido “a Boa”, promete equidade: animais reintegram sociedade, com Dr. Dillamond (Ethan Slater) de volta a Shiz University. Munchkinland e Esmeralda florescem com vozes animais em praças e escolas.
Sua liderança equilibra carisma e substância, implementando o plano de Elphaba para direitos animais e transparência. Cenas finais mostram Glinda erguendo a varinha em discursos inspiradores, transformando Oz de ditadura ilusória em democracia inclusiva. Esse arco completa sua jornada de superficial para substancial, honrando a amizade com ações concretas.
O Que Acontece com Dorothy, o Leão Covarde e o Homem de Lata/Boq?
Dorothy (reimaginada com atores não escalados explicitamente), o Leão Covarde e Boq – agora Homem de Lata por maldição de Elphaba – aparecem brevemente em Esmeralda. Vistos pela última vez enquanto o Mágico parte de balão, seus destinos seguem o cânone de Oz. Dorothy retorna a Kansas via furacão reverso, apesar de rumores ozians de permanência.
O Leão ascende a Ministro do Trono em livros expandidos. Boq, vítima de feitiço por ciúmes de Nessarose, some das narrativas futuras, sua lataria ecoando lições de vaidade. O filme os usa como ponte irônica ao clássico de 1939, subvertendo vilanização sem aprofundar, priorizando Elphaba e Glinda.
O Final de Wicked: Parte II Prepara uma Parte III?
Diferente de blockbusters com ganchos explícitos, Wicked: Parte II encerra o arco do musical sem sementes claras para continuação. Elphaba e Glinda prosperam separadas, mas conectadas por legado, deixando espaço flexível para retornos. Sem indícios oficiais de Wicked 3, Universal foca no sucesso atual – projeções indicam US$ 500 milhões em bilheteria global na estreia.
Livros como Son of a Witch oferecem material para sequências, com revelações sobre herdeiros de Elphaba e Fiyero, mas exigem reviravoltas maiores. Por ora, o filme homenageia a Broadway como conclusão satisfatória, priorizando fechamento emocional sobre expansão infinita.
O Verdadeiro Significado de Wicked: Parte II
Se Parte I questiona vilania inata, a sequência disseca bondade performativa versus autêntica. Explora como heróis fabricam narrativas para poder, e vilões protegem amados a qualquer custo. Temas de “lar” permeiam: Oz vale a luta, ou é ilusão? “No Place Like Home” encapsula isso, com Elphaba cantando sobre raízes rejeitadas. Amizade centraliza tudo – “For Good” celebra como laços transformam irreversivelmente, testados por separação, mas fortalecidos por sacrifício. Glinda e Elphaba, de rivais a aliadas eternas, modelam empatia em divisões sociais.
Em um ano de reboots, Wicked: Parte II brilha por inovação musical e elenco estelar – Erivo’s voz rouca em baladas contrasta Grande’s brilho pop. Cenários de Oz, com efeitos visuais de castelos flutuantes, imersam sem sobrecarregar. Lançado em 2025, ressoa em debates sobre identidade e ativismo, ecoando movimentos por inclusão. Bilheteria inicial supera antecessora, com críticas elogiando equilíbrio de espetáculo e substância (nota 92% no Rotten Tomatoes em 22 de novembro). Para fãs, o final oferece catarse: vilãs viram lendas. Assista nos cinemas e reflita: bondade é ato ou essência? Compartilhe teorias nos comentários.
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