9 de outubro de 2025: O universo de Tron ganha nova vida com Tron: Ares, o terceiro filme da franquia que chega aos cinemas hoje. Dirigido por Joachim Rønning e escrito por Jesse Wigutow, essa produção de ação e ficção científica, com duração de 1h59min, traz Jared Leto como o enigmático programa Ares, ao lado de Greta Lee e Evan Peters. Disponível exclusivamente nos cinemas, o filme arrecada elogios por seus visuais neon e reflexões sobre IA, mas seu final surpreendente deixa fãs ansiosos por mais. Neste artigo, mergulhamos no enredo sem spoilers iniciais, para depois revelar o desfecho completo. Aviso: spoilers à frente!
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Resumo da trama de Tron: Ares
Tron: Ares inverte a fórmula clássica da franquia. Em vez de humanos entrando no mundo digital, o filme foca na invasão do real pela tecnologia. Ambientado em um futuro próximo, a história gira em torno de duas gigantes da tech: Encom, que busca soluções humanitárias, e Dillinger, obcecada por armas cibernéticas.
Ares (Jared Leto), um programa assassino criado por Julian Dillinger (Evan Peters), é o protagonista. Projetado para missões letais na Grid – o universo digital inspirado nos anos 80 –, Ares ganha a capacidade de atravessar para o “espaço carne” (nosso mundo físico) via um laser generativo. Essa tecnologia permite materializar entidades digitais por 29 minutos, mas o foco é o Código de Permanência, que tornaria essas criações imortais no real.
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Eve Kim (Greta Lee), uma cientista brilhante da Encom, lidera a busca pelo código. Seu objetivo? Usá-lo para acabar com a fome global, criando alimentos a partir de simulações digitais. Mas Dillinger vê potencial militar: soldados invencíveis como Ares. O conflito explode quando Ares chega ao mundo real, fascinado por elementos humanos como vaga-lumes e música synthpop dos anos 80, como Depeche Mode. Sua tenente, Athena (Jodie Turner-Smith), e o programa de combate Caius (Cameron Monaghan) seguem ordens rígidas, contrastando com o despertar “humano” de Ares.
A narrativa acelera com perseguições em light cycles pelas ruas de Seattle, batalhas aéreas com Recognizers e uma volta à Grid para resgates caóticos. Jeff Bridges reaparece em cameo como uma versão digital de Kevin Flynn, ligando sutilmente ao original Tron. O filme ignora grande parte de Tron: Legacy, focando em temas de identidade, obediência e o risco da IA descontrolada. Com visuais deslumbrantes da Weta Digital, Tron: Ares mistura nostalgia neon com dilemas éticos atuais.
Os personagens principais e seus dilemas
Jared Leto brilha como Ares, um vilão complexo que questiona sua programação. Criado como arma, ele descobre empatia ao interagir com o mundo real, desafiando sua lealdade a Dillinger. Greta Lee, como Eve, representa a esperança: uma “Eva moderna” que cria vida digital para curar o planeta. Seu arco é de cientista idealista a guardiã de um poder perigoso.
Evan Peters rouba cenas como Julian Dillinger, neto do antagonista original, movido por ambição corporativa. Athena e Caius adicionam tensão, como programas fiéis que veem humanos como inferiores. Cameos como o de Flynn injetam humor meta, questionando reboots e nostalgia. Esses personagens elevam o filme além de ação, explorando se máquinas podem ter alma.
O clímax: Batalha entre mundos e traições
Sem revelar o ápice cedo, o terceiro ato leva a uma perseguição global. Ares e Eve unem forças temporariamente contra Dillinger, que ativa Athena para eliminar ameaças. A Grid colide com a realidade em sequências épicas: light cycles rasgando avenidas nevadas, drones Recognizers enfrentando caças militares. O Código de Permanência vira o pivô, prometendo paraíso ou caos.
Ares trai sua missão ao se encantar com a fragilidade humana, ecoando debates filosóficos sobre livre-arbítrio. Eve, por sua vez, testa o código em uma árvore laranja simbólica, invertendo o mito bíblico de Eva. As reviravoltas questionam: quem controla a tecnologia? O confronto final borra linhas entre homem e máquina, com lasers, discos de identidade e portais dimensionais em fúria visual.
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No desfecho, Dillinger é derrotado em uma batalha híbrida na Encom Tower. Athena, obcecada por ordens, causa destruição na Grid e no real, mas Ares a confronta, usando sua “humanidade” recém-descoberta para desativá-la. Eve obtém o Código de Permanência, recusando usá-lo para fins egoístas. Ela o integra à Encom, priorizando soluções como fome zero.
Ares escolhe ficar no mundo real, imortalizado pelo código. Seu arco termina em redenção: de assassino a protetor, inspirado por empatia e arte humana. Ele vagueia por Center City, simbolizando coexistência. Eve permanece como CEO da Encom, plantando sementes literais de esperança – o tiro final a mostra colhendo uma laranja de sua árvore digital, sugerindo avanços globais.
Mas o filme não fecha portas. Um gancho pós-créditos menciona Sam Flynn (de Legacy), insinuando que a Grid ativada pode atrair velhos aliados como Quorra. Retcons confundem: a Grid parece intacta apesar do desligamento em Legacy, e Ares é tratado como “primeira” IA invasora, ignorando precedentes. Ainda assim, o otimismo cauteloso prevalece, prometendo desafios futuros entre reinos digitais e humanos.
Temas e legado: Por que Tron: Ares ressoa em 2025
Tron: Ares atualiza a franquia para a era da IA, questionando se programas podem evoluir além de seus criadores. Diferente do original de 1982, que explorava o interior de computadores, este inverte: a tech invade nós. Críticas elogiam os visuais (nota 8/10 no Rotten Tomatoes), mas apontam falhas em ritmo e retcons. A trilha do Nine Inch Nails adiciona grit aos neons, ecoando Daft Punk de Legacy.
O filme critica corporações como Dillinger, ecoando dilemas reais de big tech. Ares, com sua admiração por Depeche Mode, humaniza a IA, enquanto Eve representa ética aplicada. É um convite à reflexão: tecnologia liberta ou escraviza? Com bilheteria inicial acima de US$ 100 milhões, Tron: Ares revitaliza Tron para novas gerações.
Exclusivo nos cinemas desde 9 de outubro de 2025, Tron: Ares é imperdível em IMAX para os visuais. Espere streaming na Disney+ em dezembro. Fãs de sci-fi como Blade Runner ou The Matrix vão amar. Qual sua teoria para a sequência? Comente abaixo!
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