O Natal de 2025 chega aos cinemas com um rugido cômico: Anaconda, o reboot meta da franquia clássica de 1997, dirigido por Tom Gormican e roteirizado por Kevin Etten e o próprio Gormican. Com 1h40min de aventura, comédia e caos na selva amazônica, o filme reúne Paul Rudd e Jack Black como cineastas indie em uma produção de found-footage que sai do controle. Ao lado de Steve Zahn como o diretor excêntrico, o elenco transforma o terror de serpentes gigantes em piada autoconsciente.
Estreia hoje nos cinemas brasileiros, Anaconda continua a tradição B-movie da saga, mas com humor afiado. Este artigo revela tudo: as duas cenas pós-créditos, o setup para uma continuação e por que o filme perpetua o pior hábito da franquia. Atenção: spoilers totais do filme e pós-créditos a partir daqui! Se não viu, corra para a sala escura.
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A Trama de Anaconda (2025)
Anaconda (2025) é um reboot irreverente que ri da própria fórmula. Paul Rudd interpreta Todd, um roteirista frustrado; Jack Black é Monty, o produtor visionário obcecado por monstros. Juntos, filmam um “mockumentary” sobre uma anaconda gigante na Amazônia. Steve Zahn rouba cenas como o diretor paranoico, com alívio cômico de um elenco de apoio que inclui influenciadores e atores B-list.
O que começa como comédia de bastidores – orçamentos apertados, egos inflados – vira survival horror quando a cobra cenográfica “morre” e uma anaconda real ataca. A selva engole o set: perseguições em canoas, diálogos absurdos sobre blockbusters flopados e referências ao original de 1997 (com Ice Cube e Jennifer Lopez).
Gormican, de The Unbearable Weight of Massive Talent, injeta meta-humor: os personagens debatem remakes ruins enquanto fogem de presas. Duração enxuta (1h40min) mantém o ritmo frenético. Críticos iniciais? Mistos: 55% no Rotten Tomatoes, elogiando química Rudd-Black, mas criticando CGI “barato por escolha”. Público? 85% aprovação – “Risadas garantidas para fãs de Jumanji”, diz IMDb.
Sim, Tem Duas Cenas Pós-Créditos
Fique na sala: Anaconda (2025) tem duas cenas pós-créditos que valem o ingresso. Ao contrário de teases genéricos de MCU, elas servem propósitos distintos. A primeira, logo após os créditos iniciais (mid-credits), é um epílogo crucial. A segunda, no finalzinho, fecha uma gag recorrente.
- Spoilers da primeira cena (mid-credits): Ambientada minutos após o clímax – onde sobreviventes escapam da anaconda real –, ela foca no aftermath emocional. Todd (Rudd) e Monty (Black) processam o trauma: o “filme dentro do filme” vira hit viral, mas o custo humano pesa. Uma reviravolta com a cobra (não morta, só ferida) adiciona tensão: ela solta um filhote, simbolizando ciclo eterno de monstros. Importante para personagens: Zahn, como diretor, anuncia terapia coletiva, enquanto o grupo jura nunca mais filmar na selva. Segundo SlashFilm, essa cena expande o universo, humanizando o caos e preparando terreno para mais aventuras – ou terapia.
- Spoilers da segunda cena (pós-créditos finais): Pura meta-pianta. Uma gag que roda o filme – debates sobre remakes ruins – culmina em um cameo surpresa: Ice Cube e Jennifer Lopez, do Anaconda original, assistem ao “filme dos sobreviventes” em premiere. Cube ri: “Isso é pior que o nosso!”, Lopez rebate com shade hilário. Fecha o loop nostálgico, passando tocha para Rudd e Black. Não avança trama, mas reforça tom autodepreciativo.
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