A História do Som é um longa-metragem de drama histórico e romance lançado em fevereiro de 2026, dirigido e roteirizado por Oliver Hermanus. A obra, que adapta o premiado conto de Ben Shattuck, consolida-se como um marco do cinema contemporâneo ao explorar a preservação da memória auditiva e a fragilidade das conexões humanas durante a Primeira Guerra Mundial.
A produção narra a jornada de dois jovens que viajam pelo interior dos Estados Unidos gravando as vozes e as canções folclóricas de um mundo prestes a ser silenciado pelo conflito global. É uma meditação profunda sobre o registro do efêmero e o nascimento de uma paixão avassaladora em tempos de incerteza.
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Ficha Técnica de A História do Som
| Atributo | Detalhes |
| Título Original | The History of Sound |
| Ano de Lançamento | 2026 |
| Gênero | Drama, Histórico, Romance |
| Direção e Roteiro | Oliver Hermanus |
| Distribuição | A24 / Cinemas |
| Duração | 2h 09min |
| Classificação | 14 a 16 anos (estimada) |
| Status | Lançamento Cinematográfico |
Sinopse e Trailer
Ambientado no início do século XX, A História do Som acompanha Lionel e David, dois homens que se dedicam a um projeto ambicioso: o registro fonográfico da cultura oral americana. Através de equipamentos rudimentares de gravação, eles capturam a essência de comunidades rurais, enquanto a sombra da Grande Guerra se aproxima, ameaçando convocar ambos para o fronte de batalha.
Em 2026, a obra ocupa um lugar vital na cultura pop ao dialogar com a “arqueologia sentimental”. Em uma era saturada pelo digital, o filme resgata o valor do analógico e do toque físico. A narrativa utiliza a música folclórica não apenas como trilha, mas como um elemento de diegese que conecta o passado rural à iminente industrialização da morte causada pela guerra.
Elenco e Personagens
- Josh O’Connor como Lionel: O’Connor entrega uma atuação contida e cerebral. Sua performance foca na obsessão técnica do personagem com o som, utilizando micro-expressões para demonstrar como a música o afeta emocionalmente antes mesmo de ele permitir-se sentir o amor por David.
- Paul Mescal como David: Mescal, conhecido por sua vulnerabilidade latente, interpreta o contraponto passional. Sua presença em cena é física e magnética, estabelecendo uma química visceral com O’Connor. A transição de sua postura, do entusiasmo acadêmico ao medo da convocação militar, é o coração emocional do filme.
- Chris Cooper: Em um papel coadjuvante de peso, Cooper ancora a realidade histórica da trama, representando a geração que observa com ceticismo a mudança dos tempos e a tecnologia de gravação.
Análise Técnica e Bastidores
A mise-en-scène de Oliver Hermanus é meticulosa. O diretor, aclamado por Living (2022), mantém sua assinatura de elegância e melancolia. A direção de fotografia utiliza luz natural para criar composições que remetem a pinturas a óleo, destacando as texturas da madeira, das gramofones e da pele, criando um contraste nítido com a frieza das cenas que sugerem o conflito bélico.
O desenho de som (Sound Design) é, por definição, o protagonista técnico. O espectador é convidado a ouvir o que os personagens ouvem: o chiado das agulhas nos cilindros de cera, o vento nas planícies e a pureza vocal das canções populares. A trilha sonora original integra-se de forma orgânica às gravações feitas em cena, apagando as fronteiras entre o que é performance técnica e o que é emoção crua.
Veredito Crítico
A recepção inicial em festivais internacionais e a estreia comercial em 2026 posicionam A História do Som com altas pontuações em agregadores como Rotten Tomatoes e Metacritic. A crítica especializada destaca a coragem do filme em ser um “drama lento”, priorizando o desenvolvimento de personagens em vez de artifícios de roteiro exagerados.
Para o portal Séries por Elas, a obra é única pela forma como trata o romance. Não é apenas uma história de amor entre dois homens, mas uma ode à preservação do que é humano. O filme evita o plot device do sofrimento gratuito, focando na beleza do registro histórico e na urgência de se viver o presente.
Onde e Por Que Assistir A História do Som?
Onde assistir: Exclusivo nos Cinemas (Distribuição A24). Previsão de chegada ao streaming (Max ou Apple TV+) no segundo semestre de 2026.
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3 Motivos para assistir:
- Química de Elite: O encontro de Paul Mescal e Josh O’Connor é uma aula de atuação contemporânea.
- Imersão Sonora: Uma experiência auditiva que exige o sistema de som de uma sala de cinema.
- Roteiro Sensível: Uma trama histórica que evita clichês e foca na arte como salvação.
Público-alvo: Admiradores de dramas de época, entusiastas de música folclórica e fãs de cinema contemplativo de autor.
FAQ Estruturado
A História do Som é baseado em fatos reais?
O filme é uma adaptação ficcional do conto de Ben Shattuck, embora utilize o contexto histórico real das gravações folclóricas de 1910.
O filme tem um final feliz?
A conclusão é agridoce e reflexiva, focando no legado das gravações e no impacto duradouro do encontro entre os protagonistas.
Onde o filme foi gravado?
As filmagens ocorreram em locações rurais nos Estados Unidos e no Reino Unido para recriar a atmosfera da década de 1910.
Paul Mescal e Josh O’Connor cantam no filme?
Sim, os atores participaram ativamente das sequências musicais para garantir a autenticidade das gravações diegéticas.
Vai ter continuação?
Não. A obra foi concebida como um filme único, com arco narrativo fechado baseado no material original.
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