O amor na adolescência é como uma tempestade de verão: intenso, assustador e inesquecível. Girls Like Girls, dirigido pela brilhante Hayley Kiyoko, traduz exatamente esse turbilhão emocional para as telas. A obra vem chamando a atenção global por dar vida a um hino de libertação e validar a experiência de milhares de jovens.
Lançado nos Estados Unidos em junho de 2026, o filme ainda não está disponível nos streamings brasileiros, mas já é uma das produções mais aguardadas do ano.
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| Ficha Técnica | Detalhes |
| Título Original | Girls Like Girls |
| Ano | 2026 |
| Direção | Hayley Kiyoko |
| Elenco Principal | Maya da Costa, Myra Molloy, Levon Hawke, Zach Braff |
| Gênero | Romance, Drama, Coming-of-age |
| Classificação | A definir |
| Onde Assistir | Indisponível no streaming (aguardando distribuição no Brasil) |
Sinopse e Trailer de Girls Like Girls
A história acompanha Coley, uma adolescente lidando com uma perda profunda que se muda para o interior. Lá, ela conhece Sonya, e uma conexão magnética surge instantaneamente entre as duas. Baseado no livro de 2023 da própria Hayley Kiyoko, o roteiro assinado por ela e Stefanie Scott adapta para o cinema os sentimentos de confusão, medo e beleza do primeiro amor entre duas garotas.
Culturalmente, esse filme é um abraço no público. Ele nasceu de um videoclipe viral que mudou a vida de muitos jovens e, agora, amadurece como um longa-metragem. A produção ocupa o importante espaço de curar a nossa “adolescente interior”. Ela nos lembra de como é doloroso, mas profundamente libertador, aceitar quem realmente somos quando o mundo exige que sejamos outra coisa.
O Lado Humano dos Personagens: O Medo e a Coragem de Sentir
Elenco completo:
- Maya da Costa como Coley
- Myra Molloy como Sonya
- Levon Hawke como Trenton
- Zach Braff como Curtis
A lente psicológica do filme é riquíssima. Maya da Costa vive Coley, uma jovem que usa o isolamento como mecanismo de defesa. Carregando o trauma do luto, ela tem pavor de se entregar e perder novamente quem ama. A atuação da atriz capta perfeitamente a hipervigilância de quem se sente fora do lugar e a faísca de esperança ao encontrar segurança em outra pessoa.

Do outro lado, Myra Molloy entrega uma Sonya dividida. Ela encarna a ansiedade da “heterossexualidade compulsória”, tentando caber nas expectativas sociais enquanto lida com sentimentos que não consegue reprimir.

O elenco ganha suporte com Levon Hawke no papel de Trenton, que representa a norma social e o obstáculo, e o veterano Zach Braff como Curtis, trazendo o peso da dinâmica entre pais e filhos no processo de luto.
A Atmosfera Visual e Sonora: A Melancolia Quente dos Verões Passados
A fotografia do filme é um espetáculo de sensibilidade. Os cenários são banhados por uma luz dourada de fim de tarde que traz uma sensação imediata de nostalgia. Hayley Kiyoko escolhe ângulos íntimos e fechados que valorizam os olhares roubados, os toques hesitantes e os silêncios carregados de palavras não ditas.
Como não poderia deixar de ser, a música é a alma da produção. A trilha sonora serve como a voz interna das protagonistas, traduzindo sentimentos que elas ainda não sabem nomear. Cada batida acompanha as palpitações de um coração apaixonado, criando uma experiência que encanta não apenas os olhos, mas que faz o peito bater mais forte.
Veredito Séries Por Elas
Girls Like Girls é indispensável porque transforma dor e dúvida em uma celebração brilhante da identidade. O longa tem o poder de nos fazer lembrar do gosto agridoce da juventude. O legado que a obra de Hayley Kiyoko e Chloe Okuno deixa é a certeza de que todo primeiro amor merece ser vivido de peito aberto, sem amarras e sem vergonha.
- Pontos Fortes: Química arrebatadora entre Maya da Costa e Myra Molloy, direção sensível e uma trilha sonora incrivelmente imersiva.
- Indicado para: Fãs de romances adolescentes de autodescoberta, leitores apaixonados pelo livro original e qualquer pessoa que queira se emocionar com uma história pura.
AVISO: Valorize o cinema independente e a arte que nos abraça. Quando Girls Like Girls estrear oficialmente no Brasil, assista por meio dos cinemas e das plataformas oficiais de streaming. O seu consumo consciente é o que financia a continuidade de histórias tão necessárias e representativas.
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