Lançado em 2023, O Exorcista do Papa une biografia, fantasia e terror em uma narrativa eletrizante. Dirigido por Julius Avery e roteirizado por Evan Spiliotopoulos e Michael Petroni, o filme traz Russell Crowe como o padre Gabriele Amorth, o exorcista oficial do Vaticano nos anos 1980. O longa explora possessões demoníacas e traumas pessoais em uma abadia espanhola assombrada. Disponível para aluguel na Apple TV, Amazon Prime Video, Google Play Filmes e TV e YouTube, o filme faturou nas bilheterias e ganhou sequência confirmada. Neste artigo, dissecamos o desfecho, revelando o nome do demônio, o confronto final e pistas para o futuro. Atenção: spoilers completos à frente!
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Resumo da Trama de O Exorcista do Papa
A história segue Julia, viúva recente de um acidente fatal que traumatizou seu filho Henry (Peter DeSouza-Feighoney), de 11 anos. Com a filha adolescente Amy (Laurel Marsden), elas se mudam para a Abadia de San Sebastian, herança familiar na Espanha, para reformá-la e vendê-la. Logo, eventos sobrenaturais surgem: um operário se fere misteriosamente, e o canteiro de obras é abandonado. Henry, mudo desde a morte do pai, começa a falar com voz rouca e adulta, proferindo blasfêmias e se automutilando.
Paralelamente, conhecemos o padre Gabriele Amorth, interpretado por Crowe com carisma desafiador. Questionado pelo Vaticano por métodos controversos – como sacrifícios de animais em rituais –, Amorth defende sua fé inabalável. Ele só responde ao Papa (Franco Nero), ignorando o jovem padre Sullivan (Ryan O’Grady). Enviado à abadia pelo pontífice, Amorth alia-se a Esquibel, o padre local cético, para investigar. O demônio dentro de Henry não é comum: ele salta corpos, manipula mentes e evoca lore religioso profundo. A trama entrelaça horror clássico com biografia real, destacando como Amorth realizou milhares de exorcismos. Temas de culpa e trauma unem vítimas e heróis, transformando a possessão em metáfora para feridas emocionais não curadas.
Trauma do Passado como Porta para o Mal
O filme usa o sobrenatural para explorar demônios internos. Amorth carrega o peso de Rosaria (Bianca Bardoe), uma paroquiana que ele julgou “apenas” doente mental, negando-lhe exorcismo. Ela se suicidou pulando de uma torre diante dele, deixando culpa eterna. Esquibel, por sua vez, traiu votos ao se apaixonar por uma mulher, escolhendo Deus no fim, mas atormentado pela dúvida. Henry revive o horror do pai impalado, sua mudez como prisão silenciosa.
Esses fantasmas facilitam a invasão demoníaca, como explica Amorth: traumas criam brechas para o mal. A solução? Fé, esperança e oração, além de descobrir o nome do demônio – chave para dominá-lo. Julia, como mãe, representa amor incondicional, essencial contra o ódio infernal. Essa camada psicológica eleva o filme além de jumpscares, ecoando O Exorcista original, mas com toques pessoais de Amorth. Os padres concluem que confrontar o passado é tão vital quanto os rituais, preparando o terreno para o clímax catártico.
Quem É Asmodeus, o Demônio Central?
Nas catacumbas da abadia, Amorth e Esquibel desenterram segredos da Inquisição Espanhola. Encontram esqueletos de vaticanos que se sacrificaram para conter um mal antigo. O frei Alonso de Ojeda, exorcista famoso que auxiliou a rainha Isabel, surge em diários: possuído por um demônio supremo, ele se enterrou vivo para isolá-lo. O espírito escolheu Henry como hospedeiro fraco, mas visava Amorth – o exorcista mais poderoso – para escapar.
Explorando túneis úmidos, os padres decifram o nome: Asmodeus, um dos sete príncipes do inferno, ligado à luxúria e destruição na tradição judaico-cristã. Ele zomba de Amorth com detalhes de seu passado, provando conexão com o mal primordial. A revelação não é mero plot twist; simboliza como o demônio amplifica culpas pessoais, tornando a batalha interna e externa. Crowe brilha aqui, misturando humor seco com intensidade, enquanto Zovatto evolui de novato para aliado leal. Essa descoberta empodera os heróis, mas Asmodeus contra-ataca, dividindo-se e possuindo Amy e Henry simultaneamente.
Como Amorth e Esquibel Derrotam Asmodeus?
No quarto de Henry, transformado em antro infernal, Amorth instrui Julia a invocar o filho pelo laço materno. O menino, com olhos negros e pele rachada, parece invencível. O demônio ejeta o espírito de Henry temporariamente, mas engana: divide-se, possuindo Amy, que rasteja como aranha humana pelas paredes. Ele sufoca Julia e Esquibel, forçando Amorth a um sacrifício: oferecer-se como hospedeiro para distrair o mal.
Amorth desce às catacumbas, lutando pela posse de seu corpo enquanto Asmodeus o corrompe. Uma poça d’água evoca a Virgem Maria em glória, mas ela se contorce em monstro – ilusão demoníaca. Esquibel retorna, recitando frases latinas ensinadas por Amorth: invocações que enfraquecem o espírito. Asmodeus revida materializando fantasmas do passado: Rosaria como assassina maníaca ataca Amorth; o amor perdido de Esquibel surge nua e ensanguentada, seduzindo e aterrorizando.
Em um duelo visceral, os padres superam visões, exorcizando as ilusões. Amorth, enfraquecido, usa seu corpo como prisão final, destruindo Asmodeus com orações finais. O demônio urra, dissolvendo em fumaça sulfúrica. Essa sequência, com efeitos visuais intensos e trilha tensa, culmina em redenção: traumas confrontados liberam almas. Henry acorda normal, falando pela primeira vez em um ano, agradecendo à mãe. O sacrifício de Amorth não é morte – ele sobrevive, mas marcado, simbolizando renascimento espiritual.
O Final no Vaticano e Pistas para uma Sequência
Meses depois, Amorth e Esquibel são honrados pelo Papa no Vaticano. Julia, Amy e Henry voltam aos EUA curados, com Henry tagarelando sobre motos – hobby de Amorth. O bispo Lumumba (Cornell John), aliado de Amorth, é promovido e revela a origem da abadia: local de queda de 200 anjos rebeldes, nascendo demônios como Asmodeus. Essa lore expande o universo, ligando possessões isoladas a uma guerra cósmica.
O filme termina com Amorth montando sua Vespa, pronto para mais casos, enquanto Esquibel se junta como parceiro. A sequência, já greenlit para 2025, promete explorar essa dupla como “Sherlock e Watson do Vaticano”, caçando demônios globais. Diferente do tom cínico de Crowe, o final injeta esperança: fé triunfa sobre dúvida, amor sobre ódio. Críticos notam falhas – como ritmo irregular –, mas elogiam o carisma de Crowe e a fidelidade aos livros de Amorth.
Para fãs de O Exorcista ou Invocação do Mal, o final oferece catarse sem respostas fáceis. Assista no Prime Video ou alugue na Apple TV para reviver o clímax. Qual trauma de Amorth mais impactou você? Compartilhe nos comentários. Com a franquia expandindo, 2025 traz mais batalhas contra o inferno – e talvez, mais Vespas voando por Roma.
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