Vale Tudo: Enredo e Elenco da Novela (Remake 2025)

“Vale Tudo”, a icônica telenovela brasileira que marcou época em 1988, retorna em 2025 em um formato de reboot, prometendo reacender discussões atemporais sobre honestidade, ambição e as complexidades da sociedade brasileira. Esta nova versão, adaptada por Manuela Dias, busca trazer a essência do clássico para o contexto contemporâneo, abordando temas como redes sociais, novos paradigmas econômicos e a busca incessante por sucesso a qualquer custo. Com um elenco estelar e uma trama que se desenrola entre Foz do Iguaçu e o Rio de Janeiro, Vale Tudo convida o público a refletir sobre o que realmente “vale” na vida.
Enredo de Vale Tudo (2025)
A trama central de Vale Tudo gira em torno do embate ideológico e de valores entre mãe e filha: Raquel Accioli (Taís Araújo) e Maria de Fátima Accioli (Bella Campos). Raquel, uma guia de turismo íntegra e de origem humilde, acredita na honestidade como caminho para o sucesso. Sua filha, Maria de Fátima, por outro lado, abomina a pobreza e almeja a riqueza a qualquer custo, utilizando-se de meios inescrupulosos para alcançar seus objetivos.
A história se inicia em Foz do Iguaçu, onde Raquel e Maria de Fátima vivem com Salvador (Antonio Pitanga), pai de Raquel. Após a morte de Salvador, Maria de Fátima vende o único imóvel da família, que está em seu nome, sem o conhecimento da mãe, e parte para o Rio de Janeiro em busca de ascensão social, infiltrando-se na alta sociedade carioca. Raquel, ao descobrir a traição da filha, decide ir ao Rio de Janeiro para reencontrá-la e, nesse percurso, conhece Ivan (Renato Góes), um administrador de empresas por quem se apaixona.
Enquanto Raquel luta honestamente para sobreviver e crescer, vendendo sanduíches na praia, Maria de Fátima se alia a César Ribeiro (Cauã Reymond), um modelo e garoto de programa de caráter duvidoso. César a incentiva a seduzir Afonso Roitman (Humberto Carrão), herdeiro de uma das famílias mais ricas do país e filho da poderosa e preconceituosa empresária Odete Roitman (Débora Bloch), diretora da Transcontinental Airlines (TCA). Maria de Fátima se aproxima de Solange Duprat (Alice Wegmann), namorada de Afonso, para roubar-lhe o namorado e ascender socialmente.
A chegada de Odete ao Brasil, após uma temporada no exterior, movimenta a trama, revelando sua personalidade arrogante e autoritária, que manipula a vida dos filhos e humilha seus subordinados. Heleninha Roitman (Paolla Oliveira), filha de Odete, é uma artista plástica insegura e desequilibrada que enfrenta o alcoolismo, prejudicando sua carreira e relacionamento com a família e com o filho, Tiago (Pedro Waddington), fruto de seu relacionamento com Marco Aurélio (Alexandre Nero), braço-direito de Odete na TCA.
A novela também explora tramas paralelas, como a vida de Celina Junqueira (Malu Galli), irmã de Odete, que criou Afonso e Heleninha; a agência de marketing e conteúdo Tomorrow, comandada por Renato Filipelli (João Vicente de Castro) e Solange Duprat; a família Meireles, com o jornalista Bartolomeu (Luís Melo), pai de Ivan, e sua esposa Eunice (Edvana Carvalho); a família Galhardo, com Consuelo (Belize Pombal) e Jarbas (Leandro Firmino) e seus filhos André (Breno Ferreira) e Daniela (Jéssica Marques); e o grupo de amigos da Vila Isabel, composto por Aldeíde (Karine Teles) e Audálio, o Poliana (Matheus Nachtergaele), que acolhem Raquel no Rio de Janeiro. Outro núcleo importante é o de Cecília (Maeve Jinkings), advogada ambientalista e irmã de Marco Aurélio, casada com Laís (Lorena Lima), com quem administra uma pousada em Paraty e planeja a adoção de uma criança.
Elenco de Vale Tudo (2025)

O reboot de “Vale Tudo” em 2025 reúne um elenco de peso, com nomes consagrados da teledramaturgia brasileira e novos talentos, que dão vida aos complexos personagens da trama. A escolha dos atores foi um ponto de grande expectativa e, por vezes, de controvérsia, dada a importância da obra original.
- Taís Araújo assume o papel central de Raquel Accioli, a protagonista íntegra e batalhadora, originalmente interpretada por Regina Duarte. A atriz foi confirmada após convite dos diretores Paulo Silvestrini e José Luiz Villamarim, sendo uma das primeiras escolhas para o elenco principal.
- Bella Campos dá vida à ambiciosa e inescrupulosa Maria de Fátima Accioli, personagem que foi de Glória Pires na versão de 1988. A escolha de Bella para o papel foi resultado de diversos testes de elenco, superando outras atrizes cotadas.
- Renato Góes interpreta Ivan Meireles, o par romântico de Raquel, papel que foi de Antônio Fagundes na versão original.
- Cauã Reymond encarna o mau-caráter César Ribeiro, o gigolô que manipula Maria de Fátima, personagem originalmente vivido por Carlos Alberto Riccelli. Cauã foi o primeiro nome anunciado para o elenco, gerando grande repercussão.
- Débora Bloch assume o desafiador papel de Odete Roitman, a icônica vilã da trama, eternizada por Beatriz Segall. A escolha de Débora para o papel foi cercada de expectativas e discussões, especialmente após rumores de que outras atrizes, como Glória Pires e Fernanda Torres, teriam sido consideradas.
- Paolla Oliveira interpreta Heleninha Roitman, a artista plástica insegura e alcoólatra, papel que foi de Renata Sorrah. Paolla foi escalada após seu desempenho em Justiça 2, substituindo Carolina Dieckmann, que foi realocada para o papel de Leila.
- Alexandre Nero assume o papel de Marco Aurélio Cantanhede, o braço-direito de Odete na TCA, originalmente interpretado por Reginaldo Faria.
- Humberto Carrão vive Afonso Roitman, um dos herdeiros mais ricos do país e filho de Odete, papel que foi de Cássio Gabus Mendes.
- Alice Wegmann interpreta Solange Duprat, a produtora de conteúdo e namorada de Afonso, papel que foi de Lídia Brondi.
Outros nomes de destaque no elenco incluem:
- João Vicente de Castro como Renato Filipelli
- Malu Galli como Celina Junqueira
- Matheus Nachtergaele como Audálio Candeias (Poliana)
- Karine Teles como Aldeíde Candeias
- Belize Pombal como Consuelo Galhardo
- Luís Melo como Bartolomeu Meireles
- Edvana Carvalho como Eunice Meireles
- Maeve Jinkings como Cecília Cantanhede
- Lorena Lima como Laís Amorim
- Carolina Dieckmann como Leila Cantanhede
- Júlio Andrade como Rubens Acioli (Rubinho), em participação especial
- Antonio Pitanga como Salvador Gomes, em participação especial
A escolha do elenco foi um processo meticuloso, com testes e negociações que visavam encontrar os atores ideais para dar vida aos personagens complexos e multifacetados da trama. A Globo buscou um equilíbrio entre a fidelidade à obra original e a necessidade de trazer uma nova roupagem para a novela, adaptando-a aos tempos atuais.
Mudanças em Relação a Primeira Versão e Curiosidades
A versão de 2025 de “Vale Tudo” não é um mero remake, mas um reboot que, embora mantenha a essência da trama original de 1988, introduz diversas alterações para refletir as transformações sociais e tecnológicas das últimas décadas. Manuela Dias, a adaptadora da novela, buscou modernizar a narrativa e os personagens, sem perder a crítica social que tornou a obra um clássico.

Uma das mudanças mais notáveis está na forma como a ambição de Maria de Fátima se manifesta. Se na versão original ela buscava ascensão como modelo, no reboot ela almeja o sucesso como influenciadora digital, um reflexo da era das redes sociais e da economia digital. Essa atualização não só moderniza a personagem, mas também permite explorar novas dinâmicas de poder e manipulação no ambiente online.
O contexto social da novela também foi atualizado. A trama de 2025 incorpora elementos como as redes sociais e novos paradigmas econômicos, que não existiam na década de 1980. A autora, Manuela Dias, enfatiza que o objetivo é promover um ambiente de discussão sobre questões relevantes para a sociedade brasileira atual, estimulando o diálogo sobre como a ética e a honestidade se manifestam em um mundo em constante mudança.
Personagens secundários também passaram por significativas transformações. Eugênio, o mordomo da família Junqueira-Roitman, antes apaixonado por cinema, agora tem seus gostos mais alinhados com luxo, protocolo e requinte. Consuelo e Jarbas, que eram irmãos na versão original, agora são um casal, pais de André e Daniela, que antes eram seus sobrinhos. Essa alteração na dinâmica familiar dos Galhardo visa trazer uma nova perspectiva sobre os laços afetivos e a construção familiar.
A personagem Eunice, que era uma dona de casa na versão de 1988, é agora uma costureira renomada, adicionando uma camada de empoderamento e independência à personagem.

Um dos pontos mais sensíveis e importantes das mudanças é o tratamento dado aos personagens LGBTQIA+. Na versão original, o relacionamento entre Cecília e Laís foi censurado e pouco explorado. No reboot, Cecília e Laís são um casal oficialmente casado e planejam a adoção de uma criança, trazendo para a tela a realidade e os direitos conquistados pela comunidade LGBTQIA+. Além disso, Poliana se revela assexual, uma abordagem que visa ampliar a representatividade e a discussão sobre diferentes identidades.
A ambientação da novela também sofreu alterações. Embora a primeira fase se passe em Foz do Iguaçu, a trama principal se desenrola no Rio de Janeiro, com destaque para a Vila Isabel, um bairro que simboliza a solidariedade e o afeto, em contraste com o individualismo. A agência Tomorrow, que era uma revista de moda, agora é uma agência de marketing e conteúdo digital, refletindo a evolução do mercado de trabalho e da comunicação.

O figurino da novela, embora com inspiração nos anos 80, foi repaginado para os dias atuais, buscando uma releitura moderna das tendências da época. A caracterização dos personagens, especialmente os da família Roitman, foi inspirada em séries internacionais como “Industry” e “Succession”, enquanto os personagens da Vila Isabel tiveram sua inspiração nos próprios moradores do bairro.
Uma das maiores curiosidades e mistérios da novela original, a pergunta “Quem matou Odete Roitman?”, será revisitada. Na versão de 1988, a assassina foi Leila, um desfecho que foi mantido em segredo até o último momento. No reboot, a identidade do assassino será novamente um mistério, e Leila possivelmente não será a culpada, mantendo o suspense para uma nova geração de espectadores.
Essas mudanças e curiosidades demonstram o esforço da produção em honrar o legado de “Vale Tudo” ao mesmo tempo em que a adapta para um público contemporâneo, abordando temas relevantes e promovendo discussões importantes.
Trilha Sonora de Vale Tudo (2025)
A trilha sonora de Vale Tudo é um elemento crucial para a ambientação da novela, combinando clássicos da música brasileira com sucessos contemporâneos, criando uma atmosfera que transita entre a nostalgia e a modernidade. A Globo divulgou a playlist oficial da trama no Spotify, permitindo que o público mergulhe ainda mais na narrativa através da música.
O tema de abertura, “Brasil”, na voz de Gal Costa, é uma homenagem direta à versão original de 1988, mantendo a identidade sonora que marcou gerações. A escolha dessa canção icônica reforça a conexão com o passado, ao mesmo tempo em que a voz atemporal de Gal Costa confere um frescor à nova produção.
Outras canções brasileiras de grande relevância compõem a trilha, sendo cuidadosamente selecionadas para representar os temas e personagens da novela:
- “Olha”, de Maria Bethânia, é o tema de Raquel e Ivan, embalando o romance central da trama com sua melodia suave e poética.
- “Faz Parte do Meu Show”, de Cazuza, serve como tema de Afonso e Solange, refletindo a complexidade e os desafios do relacionamento do casal.
- “Dindi”, de Tom Jobim, é a canção que acompanha Rubinho, trazendo a leveza e a sofisticação da bossa nova para o personagem.
- “Certas Coisas”, de Lenine part. Cristina Braga, é o tema de Heleninha, expressando a delicadeza e a fragilidade da personagem.
- “Barato Total”, novamente de Gal Costa, é o tema de Cecília e Laís, celebrando o amor e a liberdade do casal LGBTQIA+.
- “Isto Aqui O Que É”, de Caetano Veloso, é outro tema de Raquel, ressaltando sua força e resiliência diante dos desafios.
- “Gente”, de Xande de Pilares, e “Quem Tem Um Amigo (Tem Tudo)”, de Emicida part. Zeca Pagodinho e Tokyo Ska Paradise Orchestra, são temas que representam o núcleo da Vila Isabel, enfatizando a solidariedade e a amizade que permeiam a comunidade.
A trilha sonora também incorpora sucessos internacionais e canções que refletem a modernidade da trama, especialmente no que tange aos personagens mais jovens e ao universo digital:
- “Super Graphic Ultra Modern Girl” e “I Lied, I’m Sorry”, de Chloe Qisha, são temas de Maria de Fátima, capturando a essência de sua ambição e sua busca por reconhecimento no mundo digital.
- “PIMP”, de Bacao Rhythm & Steel Band, e “Lunch”, de Billie Eilish, são temas de César, o gigolô, adicionando um toque de mistério e sedução ao personagem.
- “La Fama”, de Rosalía e The Weeknd, e “Lonely Soul”, de UNKLE e Richard Ashcroft, contribuem para a atmosfera contemporânea da novela.
- “Chat Dans La Nuit”, de Dopamoon part. Romain Muller, é o tema de Odete Roitman, conferindo um ar de sofisticação e mistério à vilã.
- “Et Si Tu N’Existais Pas”, de Iggy Pop, “Hourglass”, de Balthazar, “Modern Love”, de Zaho de Sagazan, e “Nobody’s Soldier”, de Hozier, completam a seleção, enriquecendo a narrativa com diferentes sonoridades e emoções.
A diversidade e a qualidade da trilha sonora de Vale Tudo não apenas complementam a trama, mas também funcionam como um elemento narrativo por si só, evocando sentimentos e conectando o público com as emoções dos personagens.
Audiência e as Reações do Público
Desde o anúncio de seu reboot, Vale Tudo tem sido alvo de diversas controvérsias, tanto nos bastidores quanto na recepção do público. Essas discussões refletem a complexidade de adaptar uma obra tão icônica e o desafio de equilibrar a fidelidade ao original com a necessidade de modernização.
Uma das primeiras e mais significativas controvérsias surgiu em relação à mudança na personalidade de Odete Roitman. A autora Manuela Dias declarou em entrevista que a nova versão teria uma abordagem mais atual, e que o comportamento da vilã seria modificado, pois “falar mal do Brasil não é mais legal”. Essa declaração gerou uma forte repercussão negativa nas redes sociais, com muitos fãs da obra original criticando a alteração de um traço tão marcante da personagem. A Globo, por sua vez, optou por não se pronunciar publicamente sobre o assunto, e recomendou ao elenco que evitasse repercutir as críticas.
Outra polêmica que ganhou destaque foi o comportamento de Cauã Reymond nos bastidores. Segundo relatos da imprensa, o ator teria tido desentendimentos com Bella Campos e Humberto Carrão durante as gravações. As discussões teriam levado a reclamações formais e até mesmo à suspensão de cenas, com Bella Campos se recusando a contracenar com Reymond. A situação exigiu a intervenção da direção da novela para conciliar os atores, e algumas cenas chegaram a ser gravadas com dublês. A Globo também não se pronunciou oficialmente sobre o ocorrido.
Além das questões internas, o remake de “Vale Tudo” gerou queixas na plataforma Reclame Aqui, onde telespectadores expressaram insatisfação com a adaptação. Uma das manifestações mais contundentes classificou a nova versão como uma “caricatura frouxa” da obra original, criticando a leveza exagerada, o tom cômico em cenas sérias e a tentativa de “mascarar” o Brasil “real”. As críticas apontavam ainda problemas técnicos na direção, trilha sonora e fotografia, além de questionar a introdução de novos personagens, como Leonardo, filho de Odete Roitman. A Globo respondeu a algumas das queixas, registrando-as como sugestões de melhoria, mas não indicou mudanças na autoria ou na condução da obra.
Essas controvérsias evidenciam o desafio de revisitar um clássico tão amado e a dificuldade de agradar a todos os públicos, especialmente quando se trata de uma obra que marcou profundamente a teledramaturgia brasileira.
Repercussão e Crítica
A estreia de Vale Tudo gerou grande expectativa e, consequentemente, uma série de reações por parte do público e da crítica especializada. Reviver um clássico tão aclamado como a versão original de 1988 é um desafio imenso, e a nova produção enfrentou o escrutínio de quem esperava uma obra à altura de seu legado.
Inicialmente, a novela recebeu elogios da crítica. Silas Martí, da Folha de S.Paulo, avaliou a estreia com 4/5 estrelas, destacando que a novela “atinge equilíbrio entre o passado e o presente”. Thiago Nolla, do CinePOP, ressaltou que a trama “é surpreendente e usa e abusa do talento de Taís Araújo”, elogiando a performance da protagonista.
No entanto, apesar dos elogios iniciais, a novela não escapou das inúmeras comparações com a versão original. Muitos apontaram diferenças no tratamento e na atuação entre os personagens, especialmente entre Taís Araújo e Regina Duarte (Raquel), Bella Campos e Glória Pires (Maria de Fátima), e Débora Bloch e Beatriz Segall (Odete Roitman). Essas comparações, muitas vezes inevitáveis, geraram debates sobre a fidelidade da adaptação e a capacidade dos novos intérpretes de recriar a magia dos personagens originais.
As alterações no texto de Manuela Dias também foram alvo de críticas. Houve discussões sobre a “leveza exagerada”, o “tom cômico em cenas sérias” e a tentativa de “mascarar” o Brasil “real”, o que, segundo alguns críticos, não havia na versão de 1988. Essas observações levantaram questões sobre a profundidade da crítica social na nova versão e se ela conseguiu manter a mesma contundência da obra original.
Em termos de audiência, a novela teve um início promissor, registrando 24,3 pontos no primeiro capítulo na Grande São Paulo, com pico de 25,1, elevando em 9% os índices do horário das nove. No entanto, apesar de ter sido a segunda estreia menos assistida do horário em comparação a outros títulos, a novela manteve uma estabilidade inicial. Contudo, nas semanas seguintes, Vale Tudo começou a sofrer queda em seus índices, oscilando entre 20 e 22 pontos e, em alguns momentos, sendo superada por outras novelas e até mesmo por reprises vespertinas. Essa queda de audiência gerou preocupação e evidenciou o desafio de manter o interesse do público em um cenário televisivo cada vez mais fragmentado.
Eventos específicos, como o jogo entre Brasil e Paraguai pelas Eliminatórias da Copa do Mundo FIFA de 2026 e a exibição da cena do embate entre Raquel e Maria de Fátima antes do casamento com Afonso, impulsionaram a audiência, mostrando que a novela ainda tem potencial para atrair o público em momentos-chave.
A repercussão e a crítica de Vale Tudo refletem a complexidade de adaptar um clássico. Embora tenha recebido elogios por sua modernização e pelo desempenho de parte do elenco, a novela enfrentou o desafio de se desvincular das comparações com a obra original e de manter a audiência em um cenário competitivo.







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