O filme Rogue (2020), dirigido por M.J. Bassett, é um thriller de ação que mistura resgates militares com horror na savana africana. Estrelado por Megan Fox como a mercenária Samantha O’Hara, Philip Winchester como Joey e Greg Kriek como Elijah Dekker, o longa explora temas de sobrevivência e lealdade em meio a ameaças humanas e animais. Lançado diretamente em VOD, Rogue ganhou fãs por suas cenas intensas e críticas à caça ilegal de animais. Agora, com o filme disponível em plataformas de streaming, muitos buscam entender seu desfecho. Neste artigo, explicamos o final de Rogue, quem sobrevive e o significado por trás das reviravoltas. Se você ainda não assistiu, cuidado com spoilers!
VEJA TAMBÉM:
Resumo da trama de Rogue
Rogue se passa na África Oriental, onde Samantha “Sam” O’Hara lidera uma equipe de mercenários para resgatar Asilia Wilson (Jessica Sutton), filha de um governador sequestrada por terroristas ligados à al-Shabaab. O grupo, comandado por Zalaam (Adam Deacon), também mantém reféns Chloe e Tessa, amigas de Asilia.
A missão começa com um assalto ao acampamento inimigo. Sam e sua equipe – incluindo Joey (Philip Winchester), Pata (Brandon Auret), Bo Lin (Hon Ping Tang), Mike Barasa (Sisanda Nciza) e Elijah Dekker (Greg Kriek) – libertam as garotas. Mas tudo dá errado. Zalaam e seus homens os perseguem. O helicóptero de extração é abatido por um RPG. Um tiro destrói o telefone satélite, isolando o grupo.
Eles fogem para um rio e saltam de um penhasco. Chloe hesita e é atacada por um crocodilo, morrendo devorada. O resto chega a uma fazenda de caça abandonada, cheia de leões. Ali, descobrem que a propriedade era usada para tráfico de animais selvagens. Uma leoa rogue escapou, matando os caçadores, e agora caça o grupo. A noite vira um pesadelo com ataques de jihadistas e da leoa.
Pata, ex-membro da al-Shabaab que perdeu a família para o grupo, busca redenção. Bo Lin e Barasa enfrentam a leoa em emboscadas. As garotas, inicialmente aterrorizadas, crescem como sobreviventes. O filme destaca o contraste entre ameaças humanas – terroristas implacáveis – e instintos animais.
O clímax: Batalha na fazenda de leões
A tensão explode na fazenda. Os jihadistas, liderados por Zalaam e seu braço direito Masakh (Theo Treskunoff), lançam um ataque com coquetéis molotov. Um celeiro pega fogo. Pata confronta Masakh em uma luta corpo a corpo com facas. Ele vence, vingando sua família, mas sucumbe aos ferimentos.
A leoa ataca Bo Lin, que é dilacerado e morre sangrando. Barasa, consertando binóculos de visão noturna danificados pela água, é pego pela fera no chão. Asilia e Tessa, forjadas pelo fogo da adversidade, saem do esconderijo. Elas atraem os terroristas para uma armadilha aberta. Asilia mata um inimigo com um chifre de rinoceronte, entrando em choque: “Eu matei um homem”.
Zalaam entra em um celeiro atrás de Sam. A leoa o embosca e o devora. Quando a fera vira para Sam, ouve os filhotes miando em uma jaula próxima. Joey liberta os cubos. A leoa poupa Sam, quebra a porta e se reúne com a família, partindo para a savana.
Final explicado: A chegada do amanhecer
O amanhecer marca o fim da provação. Os sobreviventes – exaustos e feridos – seguram a posição até o helicóptero de resgate chegar. Sam, Joey, Elijah, Asilia e Tessa são evacuados. A leoa, agora com seus filhotes, some no horizonte, simbolizando um ciclo natural restaurado.
Esse desfecho subverte expectativas. Em vez de uma batalha final épica contra a leoa, o filme opta por redenção animal. A fera não é vilã pura; ela protege a prole, contrastando com a crueldade humana dos terroristas. Sam, como líder, reflete sobre escolhas morais. Sua frase icônica – “Se eu morrer fazendo o certo, vou ficar puta” – ecoa na vitória pírrica.
Os créditos finais incluem uma mensagem da diretora M.J. Bassett sobre fazendas de leões reais na África do Sul. Ela denuncia o tráfico de animais e pede sua proibição, adicionando camadas ativistas ao entretenimento.
Quem sobrevive em Rogue?
Rogue segue o tropo de “poucos sobrevivem” em thrillers de sobrevivência. Dos mercenários iniciais e reféns, apenas cinco saem vivos:
- Samantha O’Hara (Megan Fox): A capitã durona lidera até o fim. Ferida, mas resiliente, ela encarna a força feminina no gênero.
- Joey (Philip Winchester): Leal a Sam, ele liberta os filhotes da leoa, salvando o grupo indiretamente. Seu arco destaca camaradagem.
- Elijah Dekker (Greg Kriek): O atirador sul-africano contribui nas defesas. Sobrevive graças à precisão em combates.
- Asilia Wilson (Jessica Sutton): A refém principal cresce de vítima para heroína. Sua amizade com Tessa é um dos pontos emocionais.
- Tessa (Fiona Press): Inicialmente secundária, vira aliada crucial. Juntas, as garotas provam que sobrevivência une estranhos.
Mortes notáveis incluem Chloe (devorada por crocodilo), Pata, Bo Lin, Barasa, Zalaam e Masakh. Essas perdas aumentam a tensão, mostrando que ninguém está seguro.
Temas e significado do final
Rogue vai além da ação. Ele critica o terrorismo e a caça ilegal, usando a leoa como metáfora de instintos primitivos versus barbárie humana. A sobrevivência das mulheres – Sam, Asilia e Tessa – reforça empoderamento feminino, comum em filmes de Bassett.
O final otimista, com resgate ao amanhecer, oferece catarse após a noite infernal. Mas a mensagem ambiental nos créditos eleva o filme. Bassett, ativista pelos direitos animais, usa a narrativa para expor fazendas que criam leões para troféus de caça. Nenhum animal foi machucado nas filmagens, graças a CGI e treinadores.
Em resumo, o final de Rogue celebra resiliência e equilíbrio natural. Quem sobrevive? Os que unem forças contra o caos. Assista e compartilhe sua opinião nos comentários. Qual personagem você achou mais impactante?
Siga o Séries Por Elas no Twitter e no Google News, e acompanhe todas as nossas notícias!




