Dona Beja (Novela 2026): Elenco e Tudo Sobre

Dona Beja é uma produção brasileira original do gênero telenovela (ou telessérie) produzida pela Max (antiga HBO Max), com lançamento global iniciado em 2026. Trata-se de uma releitura da obra de Wilson Aguiar Filho, inspirada nos romances de Agripa Vasconcelos, que narra a vida da mítica figura histórica Ana Jacinta de São José.
A trama central acompanha a transformação de uma mulher resiliente que, após ser sequestrada e ultrajada, retorna à sua cidade natal para se tornar a cortesã mais famosa do Brasil Império. Através de sua beleza e influência, ela desafia a hipocrisia da sociedade mineira do século XIX em uma jornada de empoderamento e vingança.
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Ficha Técnica
| Atributo | Detalhes |
| Título Original | Dona Beja |
| Ano de Lançamento | 2026 |
| Gênero | Drama, Época, Romance |
| Autoria / Roteiro | Daniel Berlinsky e António Barreira (Supervisão de Renata Jhin) |
| Direção Geral | Hugo de Sousa |
| Temporadas / Episódios | 1 Temporada (Aprox. 40 episódios) |
| Plataforma Principal | Max |
| Classificação Indicativa | 16 anos |
Sinopse e Trailer de Dona Beja
Ambientada na Araxá do século XIX, a história inicia-se com a juventude de Ana Jacinta, uma jovem de beleza estonteante e espírito livre que vive um amor puro com Antônio Sampaio. A felicidade do casal é interrompida pelo interesse obsessivo do Ouvidor Real Joaquim Inácio Silveira da Motta, que a sequestra.
Durante anos, Ana Jacinta é mantida como cativa e forçada a viver em um ambiente de luxúria e degradação. No entanto, ela utiliza sua inteligência para manipular os poderosos, acumulando fortuna e influência antes de conseguir retornar a Araxá.
Ao voltar, encontra uma sociedade que a rejeita e um amor que a abandonou para se casar com outra. Assumindo a identidade de Dona Beja, ela decide abrir a Chácara do Jatobá, um estabelecimento onde recebe homens influentes, tornando-se a mulher mais poderosa da região e utilizando sua posição para expor as fragilidades morais da elite local.
Elenco e Personagens
- Grazi Massafera como Ana Jacinta de São José (Dona Beja)

- David Junior como Antônio Sampaio

- André Luiz Miranda como João Carneiro de Mendonça

- Indira Nascimento como Maria Felizardo Sampaio

- Bianca Bin como Angélica Felizardo Sampaio

- Erika Januza como Cândida da Serra (Candinha)

- Deborah Evelyn como Cecília Sampaio (Ceci)
- Bukassa Kabengele como Coronel Paulo Sampaio
- Thalma de Freitas como Josefa Carneiro de Mendonça
- Luciano Quirino como José Carneiro de Mendonça
- Pedro Fasanaro como Severina
- Isabela Garcia como Genoveva Felizardo
- Otávio Müller como Alfredo Costa Pinto
- Kelzy Ecard como Augusta Costa Pinto
- Tuca Andrada como Coronel Elias Felizardo
- Werner Schünemann como Coronel Francisco Botelho (Botelho)
- Lúcia Veríssimo como dalina Botelho
- Ricardo Burgos como Joaquim Botelho
- George Sauma como Januário
- Joana Solnado como Maria Bernarda Alves
- Paulo Mendes como Vicente
- Bruna Spínola como Eulália
- Dudu Pelizzari como Delegado Beligard Nunes
- Manuela Duarte como Gracia
- Cláudio Tovar como Padre Melo Franco
- Gabriel Godoy como Honorato Costa Pinto
- Nikolas Antunes como Clariovaldo (Vado)
- João Villa como Fortunato
- Catharina Caiado como Carmem Costa Pinto (Carminha)
- Isabelle Nassar como Olívia
- Antônio Fragoso como Padre Jaime
- Arilson Lucas como Padre Aranha
- Bruno Suzano como Padre Jaime
- Rita Pereira como Siá Boa
- Simone Mazzer como Dorotéia
- Lucas Wickhaus como Avelino
- Danielle Olímpia como Teresa Tomásia
- Cláudio Mendes como Juca
- Vandré Silveira como Moacir
- Luiz Sérgio como Navarro Andrade
Produção e Curiosidades
A produção de Dona Beja marca um investimento histórico da Warner Bros. Discovery no mercado audiovisual brasileiro, visando elevar o padrão da novela para o formato de série (streaming). As filmagens ocorreram em locações preservadas no estado do Rio de Janeiro e em estúdios de alta tecnologia, garantindo uma direção de fotografia que privilegia o realismo histórico.
A série enfrentou desafios de bastidores durante as gravações entre 2023 e 2024, incluindo ajustes no roteiro e mudanças no cronograma. A equipe técnica contou com o talento do diretor português Hugo de Sousa, vencedor do Emmy Internacional, trazendo uma estética cinematográfica europeia para a narrativa melodramática brasileira.
Diferente da versão de 1986, esta releitura propõe uma abordagem contemporânea sobre o feminismo e a autonomia feminina, atualizando os diálogos para ressoar com as pautas sociais do século XXI, sem perder o rigor da ambientação de época.
Recepção Crítica e Público
A recepção inicial destacou a performance de Grazi Massafera, frequentemente elogiada pela profundidade dramática conferida à personagem. A crítica especializada apontou que a série conseguiu equilibrar o tom de “folhetim” clássico com a agilidade narrativa exigida pelo público de streaming.
O consenso geral louvou a direção de arte e os figurinos luxuosos, embora alguns setores da crítica tenham debatido a modernização de certos comportamentos em um cenário histórico. O público, por sua vez, abraçou a obra, consolidando-a como um dos títulos brasileiros mais assistidos na plataforma Max em 2026.
Onde Assistir e Por Que Vale a Pena?
A obra está disponível exclusivamente no catálogo da Max.
Por que assistir?
- Atuação Poderosa: Ver a evolução de Grazi Massafera em um papel que exige nuances de dor, vingança e sedução.
- Qualidade Técnica: O cuidado com a ambientação do Brasil Império é superior às produções convencionais, oferecendo um banquete visual.
- Narrativa Ágil: Com cerca de 40 episódios, a trama evita o “estiramento” comum em novelas de TV aberta, focando em conflitos que avançam rapidamente.
Para quem é: Indicado para fãs de dramas históricos, admiradores de grandes sagas de superação feminina e entusiastas da teledramaturgia brasileira de alto nível.
Dona Beja reafirma a força do audiovisual brasileiro ao exportar uma história de raízes profundas com embalagem global. Mais do que um remake, a produção se posiciona como um manifesto sobre a resistência feminina contra o patriarcado, garantindo que a lenda de Ana Jacinta de São José permaneça relevante para as novas gerações de espectadores.
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